Março 10th, 2010 por Wilson Toume

Depois de muito suspense, a Peugeot finalmente revelou as primeiras imagens oficiais da sua futura picape compacta - primeiro veículo do tipo feito pela empresa, vale lembrar. Batizada de Hoggar (nome herdado do carro-conceito abaixo), o utilitário leve da marca francesa começará a ser vendido em nosso mercado em maio e, ao contrário de outras montadoras, a Peugeot deixou claro que a picapinha foi desenvolvida para o Brasil. Ou seja, nada de Mercosul ou países latino-americanos.

Essa estratégia visa consolidar a Peugeot como fabricante local já que, até hoje (embora produza veículos no país já há um bom tempo) a empresa é vista por muita gente como importadora. Pode parecer difícil acreditar, mas o fato é que existe gente que ainda associa a marca do leão apenas a carros importados.
O visual, por certo, causará polêmica. Deve-se ressaltar, contudo, que o veículo da foto é a versão top de linha (Escapade) e que haverá configurações mais simples. Basicamente, porém, a Hoggar seguirá esse padrão. Um dos principais destaques da picape será a sua capacidade de carga (742 kg). Confira mais informações aqui.
O que você achou da novidade? A Peugeot espera abocanhar cerca de 10% do segmento, dominado atualmente pela Fiat Strada e VW Saveiro.Você acredita que os franceses conseguirão alcançar seu intento? E quanto ao nome, gostou?
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Março 8th, 2010 por João Anacleto
Depois de muitas especulações, e de a maioria duvidar da rapidez de ação da Ford, pode acreditar: o novo Fiesta, com alterações estéticas radicais, chega no mês de abril. As chegadas do Chevrolet Agile e do novo VW Fox não permitiram agilidade menor à gigante americana. As vendas devem se iniciar no mês de maio, contudo, você já verá algumas avaliações e fotos do carro no final do mês que vem. O que fontes ligadas à fabricante também garantem é que ele terá um visual bem próximo ao do Ford Figo, o compacto indiano que a Ford lançou no país no salão de Nova Déli, em janeiro deste ano.

Apesar de toda a revolução estilísitica, o carro manetrá a plataforma e, assim, suas boas caraterísticas de condução. As diferenças em relação ao modelo hindu estarão no tamanho dos faróis, que no caso do carro produzido em Camaçari, BA, serão mais esticados e estreitos, como se tivessem sido achatados e cresceram para cima. A grade dianteira, entre os dois faróis, não servirá para a entrada do ar. Todo o arrefecimento será feito por meio de uma no para-choques que também terá desenho diferente do irmão oriental.

Tal reformulação também chegará ao conjunto traseiro, onde o carro receberá lanternas mais longas e largas e uma nova tampa do porta malas com um vidro ligeiramente maior. O para-choques também foi reformulado. Por dentro, seguirá a revolução dos novos traços, mas com formas simplificadas em relação ao carro de hoje. Mantido, apenas o “feeling” da família Fiesta, com aquelas saídas de ar redondas nos mesmos lugares e o volante de três raios ligeiramente inclinado . Contudo, ainda não tivemos contato “ao vivo” com o Fiesta 2011 para saber da qualidade dos meteriais empregados. O carro deve manter o preço e os motores continuarão a ser o 1.0 RoCam e o novo 1.6 16V Sigma, recém lançado no Ford Focus de entrada.

As mudanças visuais acompanharão também a versão sedã do carro, que ainda não foi apresentada aos hindus e deve estrear mesmo por aqui, apesar da chegada do modelo como nova plataforma prevista para 2012 como modelo 2013 - se o mundo não acabar, claro! Há ainda quem garanta que este Fiesta assumirá um papel “pé-de-boi” daqui a dois anos. As alterações no sedã 2011 serão ainda mais drásticas, uma vez que todo o conjunto traseiro foi repensado e o carro ganhará lanternas pra lá de futuristas - e de gosto duvidoso para ser bem sincero.
A Ford deve manter os preços próximos dos R$ 28 420, da versão básica 1.0, e R$32 990, pedidos por um 1.6 RoCam. Agora é só aguardar. E se você quer um Fiesta, espere mais alguns dias que as promoções aparecerão como uma epidemia pelas concessionárias da marca. Se já estava fácil comprar um Ford e começar a pagar só depois da Copa do Mundo, pelo jeito vai ficar ainda melhor.
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Março 4th, 2010 por César Tizo
Talvez nem um roteirista de novela mexicana tenha sequer pensado em um enredo tão cheio de idas e vindas como o mega recall que afeta a japonesa Toyota, outrora tão cultuada por ser uma referência em termos de qualidade automotiva.
A última sobre o assunto foi levantada nesta quinta-feira (4) pelos colegas da norte-americana AutoWeek. Agora a agência de segurança viária norte-americana, NHTSA na sigla em inglês, abrirá mais uma investigação baseada nas reclamações de alguns proprietários que levaram seus carros afetados pela convocação para as concessionárias nos Estados Unidos. Segundo nos informa a versão online da revista, alguns clientes da Toyota continuaram a experimentar algumas acelerações não intencionais em seus modelos, mesmo após a visita na revenda.
Recentemente alguns executivos da Toyota nos EUA foram convocados pelo congresso do país para prestarem esclarecimentos sobre os problemas dos carros envolvidos no recall e negaram a possibilidade de que uma eventual falha no sistema do acelerador eletrônico poderia ocasionar os acidentes. Por meio de um porta-voz, a Toyota declarou que entrará em contato com os reclamantes na NHTSA para avaliar os carros em questão. Enquanto isso, vamos acompanhando o desdobramento dessa novela…

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Março 3rd, 2010 por Wilson Toume

A grande atração da (ainda) sueca Volvo no Salão de Genebra é o novíssimo sedã S60, modelo que traz diversos aprimoramentos e o tradicional padrão de segurança da marca. Mas, aproveitando o mês das mulheres, a empresa inovou num item específico: o dos acessórios ligados ao modelo.
Além de luvas e capas para iPhone feitas de couro com o logotipo do carro, por exemplo, o S60 apresenta uma linha de esmaltes para as unhas, nas cores preto Ember, cobre Vibrante e branco Cósmico. A segunda, inclusive, faz parte do catálogo de cores do sedã. Será que elas apreciarão a ideia de pintar as unhas com a mesma tonalidade do carro (abaixo)?

Na Europa e nos Estados Unidos, a iniciativa pode até vingar. Mas se fosse por aqui, as opções de cor teriam de se limitar a preto, prata e suas variantes. Afinal, é difícil encontrar um mercado em que os consumidores sejam tão conservadores quanto o brasileiro…
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Março 1st, 2010 por César Tizo
O boletim Automotive News traz uma notícia boa não só para a América Latina como um todo, mas também muito interessante aos brasileiros: a associação nacional dos fornecedores de autopeças no México (INA) esperam um sensível crescimento em seus balanços fiscais com o início da produção do Fiat 500 em Toluca, unidade que já produz o Chrysler PT Cruiser e o Dodge Journey.
A aliança Fiat-Chrysler busca montar 130.000 unidades do 500 por ano no México, sendo que metade desse volume será destinado aos EUA e o restante dividido entre a América Latina, principalmente o Brasil. No nosso caso, seremos beneficiados com o acordo de livre importação entre as nações, que poderá reduzir o preço do compacto. Atualmente ele parte de R$ 63.860 na opção Sport com câmbio manual, ainda importado da Polônia.
Se fizermos uma conta bem por alto, retirando apenas os 35% tributados na importação, o valor do 500 pode cair para R$ 41.509, obviamente ainda sem levar em conta as diferenças de frete e - o mais importante - o lucro da fabricante e a estratégia que ela adotará para o modelo. Segundo o Automotive News serão investidos US$ 550 milhões (cerca de R$ 1 bilhão) em Toluca para adaptar a unidade e iniciar a produção do 500 por terras mexicanas, a qual deverá começar em dezembro deste ano. Vamos aguardar o início de 2011 para ver como isso repercutirá por aqui…

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Março 1st, 2010 por Wilson Toume

Valendo-se da boa receptividade que a versão anterior conquistou, a Ford está lançando a nova geração da picape Ford Ranger Sport (foto). Na prática, nada mais é que uma Ranger cabine simples em sua configuração báscia, mas acrescida de alguns itens para torná-la mais competitiva, principalmente em relação às picapes derivadas de automóveis - Fiat Strada, VW Saveiro e Chevrolet Montana.
Por fora, a Sport diferencia-se pelos adesivos com a identificação, rodas de liga leve 16″, faróis de milha e proteções de borracha nas laterais e nas caixas de roda. Internamente, as atrações ficam por conta do ar-condicionado, direção hidráulica, CD player com MP3, comando elétrico para os vidros (com sistema anti-esmagamento) e o travamento automático das portas. Equipamento idêntico ao presente nos demais automóveis da marca.
Sob o capô, segue o propulsor 2.3 a gasolina de 150 cv e 22,1 kgfm de torque garantem o desempenho mais que aceitável para o utilitário, mesmo com a caçamba carregada. Falando nisso, é nesse aspecto que a Ford aposta para “roubar” clientes das outras fabricantes. Como a Ranger é uma picape “de verdade”, a montadora acredita que possa conquistar a preferência, já que suas rivais não oferecem o mesmo espaço e capacidade de carga. O preço inicial da Ranger Sport é R$ 53 855.
Você concorda com a estratégia de vendas da Ford? Acha mais importante ter uma picape média “de verdade” ou levaria uma compacta para casa?
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Fevereiro 25th, 2010 por Wilson Toume

Há cerca de um ano, a General Motors havia anunciado que a Hummer, fabricante dos gigantescos utilitários que ganharam fama após a Guerra do Golfo, o H1 (acima), seria vendida aos chineses. O negócio faria parte do plano de reestruturação do conglomerado, que, na época, vivia o seu pior momento, com o futuro ainda incerto.
Pois bem, agora a Hummer voltou à cena e por um motivo nada positivo. A negociação com a Sichuan Tengzhong Heavy Industrial Machines Co. “melou” e a GM decidiu acabar de vez com a marca dos jipões. Os negócios serão reduzidos paulatinamente até o fechamento definitivo da empresa.
Bom, eu não sei quanto a vocês, mas, particularmente, acho que a Hummer já vai tarde. Numa época em que os automóveis estão sendo repensados para se tornar cada vez mais eficientes e racionais, vender um modelo grandalhão, beberrão e pouco prático de ser conduzido não pega bem para nenhuma marca.
Lembro bem na época em que o H1 “virou febre” nos EUA. O monstro aparecia em filmes, clipes, anúncios etc., como um veículo de sonho. Era bacana ter um H1 e desfilar pelas avenidas da Califórnia e da Flórida por exemplo. No trânsito complicado de Nova Iorque era mais difícil. Mas quem teve oportunidade de rodar com um sabe que o H1 não fazia o menor sentido. Apesar do tamanho gigantesco, o jipe era desconfortável para os seus quatro (!) ocupantes e bebia desavergonhadamente. No trânsito, então, o modelo causava constrangimento. Afinal, ocupava mais espaço nas ruas que um caminhão pequeno. Mais tarde, a Hummer ainda tentou reverter essa imagem anunciando que investiria em novos combustíveis e até num modelo híbrido. Mas tudo ficou na história.
Você acredita que a Hummer fará falta no mundo? Eu acho que não.
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Fevereiro 22nd, 2010 por Wilson Toume

A Fiat italiana divulgou recentemente que vai lançar uma versão do pequeno 500 equipado com um motor de 0,9 litro, capaz de produzir 85 cv. Detalhe: o motorzinho - no bom sentido - possui 2 cilindros, turbocompressor e sistema TwinAir, uma variação do MultiAir desenvolvido pela FPT Powertrain Technologies. Há uma outra opção desse mesmo propulsor (foto) que pode gerar 105 cv!
Um dos grandes atrativos desse motor, de acordo com a fabricante, é o seu baixo nível de emissão, inferior a 100 g/km de CO2. Esse resultado, obviamente, também está ligado a um baixo consumo de combustível. Diante dessa inovação, a questão que faço é se para você, o downsizing (tendência das montadoras utilizarem motores com cilindradas cada vez menores) pode dar certo no Brasil. Afinal,
ainda tem muita gente que alia potência com motores grandes.
Você acredita que um propulsor como esse novo da Fiat ou o recém-lançado (na Europa) VW 1.2, com 105 cv seriam bem-aceitos no Brasil? Vê o turbocompressor como sinônimo de equipamento de carro esportivo? Ou crê que a nova tendência se tornará realidade por aqui também?
Em tempo: lembra-se dos antigos VW Gol e Parati 1.0 Turbo? Muita gente os criticou, na época, dizendo que aqueles motores quebravam muito e eram beberrões. Mas isso não teria sido fruto da má utilização dos carros?
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Fevereiro 9th, 2010 por Wilson Toume

Há alguns dias, falei neste espaço sobre o mega-recall da Toyota e a provável convocação da Honda. Pois bem, a coisa evoluiu muito nos últimos dias e a Honda, que estava analisando os modelos que seria chamados para reparos, confirmou que o Fit de primeira geração (acima) tem mesmo de passar por uma checagem preventiva a fim de evitar que, numa situação extrema, o carro possa se incendiar. O recall, inclusive, atinge os veículos feitos no Brasil.
Mas a situação pior é a da Toyota. Depois da história sobre o acelerador envolvendo oito modelos nos mercados americano, asiático e europeu, foi a vez do híbrido Prius (abaixo) ser alvo de investigações sobre possíveis defeitos. Resultado: novo recall motivado, agora, pelos freios.

Nos Estados Unidos, a empresa tratou de se mexer e prometeu uma super-mega-hiper campanha de reparo. Concessionários trabalharão em horários especiais (alguns chegando a ficar abertos 24 h) e mensagens serão enviadas para todos os proprietários de veículos envolvidos na convocação. Tudo para que o problema seja sanado o mais rapidamente possível.
Mas, quando alguns achavam que a coisa não poderia ficar pior, a NHTSA, entidade ligada à segurança veicular nos Estados Unidos, divulgou um comunicado dizendo que está analisando os sistemas de direção com assistência elétrica do Corolla, que pode apresentar defeitos que resultam em acidentes. A nova convocação poderia envolver mais 500 000 veículos.
Depois de tudo isso, não há como negar que a imagem das montadoras japonesasjá sofreu um sério abalo em todo o mundo. Falar em algum tipo de conspiração me parece exagero mas e para você, o que pode ter causado tantos problemas na sequência? Falta de preocupação com a qualidade final? Problemas com os fornecedores? Azar? Ou será mesmo a maldição de quem é o número 1 do mundo?
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Fevereiro 2nd, 2010 por Wilson Toume

A Audi anunciou que estará presente na 61ª edição do International Toy Fair (Feira Internacional de Brinquedos), que começa no dia 4 de fevereiro, em Nuremberg, na Alemanha. Será a primeira vez que uma montadora participará oficialmente do evento e a empresa pretende expor uma série de modelos em escala de seus produtos, além de outros objetos ligados à marca.
Entre os destaques, estará esta réplica do Auto Union Type C Silver Arrow, movida a pedal (foto), que traz detalhes fiéis ao original e destina-se aos mais “grandinhos”. O carrinho foi lançado em 2007, e é feito na escala 1:2. E mais: sua carroceria é de alumínio, o acabamento é de couro feito à mão e teve edição limitada a 999 unidades. O preço não foi mencionado, mas como se pode supor, não é para qualquer um.
A presença na feira de brinquedos é uma estratégia interessante da empresa germânica, que, além de homenagear seu passado, certamente irá conquistar uma parcela significativa de crianças - potenciais clientes da marca no futuro. Por aqui, o máximo que me recordo é do jipinho de metal que tive quando criança (há muito tempo…), mas que não tinha nada a ver com os Willys.
Em compensação, me lembro bem das miniaturas Matchbox que colecionei - tinha um Ford GT40 que achava o máximo -, além do autorama Desafio dos Campeões. Hoje, ainda possuo algumas unidades, mas a maioria adquiri depois de velho mesmo, apenas como recordações.
Você também tem alguma coleção de miniaturas? Possuium modelo que guarda com carinho especial?
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