250 cc: Pasini vs. Simoncelli
Na chuva e com a sempre fantástica narração italiana. E a Globo não quer saber de passar corrida de moto na TV aberta. Legal.
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Na chuva e com a sempre fantástica narração italiana. E a Globo não quer saber de passar corrida de moto na TV aberta. Legal.
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Eu sei que vão dizer que a vida por aqui é fácil, que nosso trabalho é uma moleza e que a gente só tem mordomia. Não é verdade. Bom, quase nunca. Neste caso, é quase isso. Afinal, andar de Porsche Panamera numa Autobahn (aquelas rodovidas alemãs com trechos sem limite de velocidade) é realmente um privilégio que a profissão de “jornalista automotivo” (não gosto muito desse termo, já que jornalista é jornalista) nos dá. Não vou ser hipócrita de dizer que não é.
Na semana em que Michael se foi (vejam como ainda estou abalado) lá estava eu acelerando essa maravilhosa máquina alemã na região da Bavária (não confundir com a horrorosa cerveja, já que a de lá é ótima), sul da Alemanha. Publiquei um “mini-impressões” (com hífen isso?) no Carro Online, já que a reportagem principal deixaremos como atrativo para a edição impressa da revista, que chega às bancas no final de julho (ainda vai demorar, mas prometo me empenhar para entregar uma matéria bacana).
Falando o português claro (já que em alemão eu aprendi duas ou três palavras), o Panamera é do caralhmba! Cheguei esperando um carro invocado, ok, mas ainda sim um carro mais tiozão. Que nada. O cupezão, principalmente o Turbo, é para o garotão de 40 anos que já não tem mais saco para andar apertado num 911, mas não quer se render à velhice a bordo de um BMW Série 7. Para esses caras, o novo Porsche é perfeito.
Andei nas três versões do carro - S, 4S e Turbo - e gostei bastante. As duas primeiras trazem 400 cv, enquanto a terceira chega a 500 cv graças ao turbo. Em todas o motor é o 4.8 V8 do Cayenne.
As duas coisas que mais me chamaram atenção, pela ordem, foram o visual e a dirigibilidade. No começo, o Panamera é feio. Estranhão. Com o tempo, porém, você vai se acostumando. Saí de lá achando o Porschão bonito demais, principalmente este branco que esteve comigo por lá. O aerofóliozinho traseiro, que pode ser acionado no painel, ajuda.
E como é bom de andar esse Panamera. Direção quase tão direta quanto a de um 911, um canhão debaixo do capô e o conforto dos melhores sedãs. A 285 km/h na Autobahn (e essa foi para matar meu querido cunhado de inveja mesmo), você flutua sobre o chão. E tudo com a tranquilidade de não estar infringindo leis e sem o receio de encontrar um Corcel II a 60 km/h na esquerda. O legal é que nos trechos limitados (80 km/h, 100 km/h e 120 km/h), todo mundo baixa a bola e respeita. Quando a placa aparece em preto e branco com cinco riscos sobre a velocidade, o céu (ou o guard-rail, Deus me livre) é o limite.
Se o Panamera vai vender? Tenho certeza que sim. Primeiro porque já tem mais de 7 000 encomendas pelo mundo, diz a Porsche. Segundo porque, experiência própria, todo mundo adora dizer que esse ou aquele carro é “feio”, “horrível”, “tenebroso” e, na hora que o bichão aparece ao vivo, vira lindo. É a tendência com o Panamera, que vai chegar aqui por cerca de R$ 500 000. Se eu tivesse, levaria um para casa. E você, o que achou do alemão?
Mas o meu preferido ainda é o GT2. Sem falar no Carrera GT. Ah, Mega Sena que não sai!
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Mais uma para lembrarmos do mito. Desta vez num tosquíssimo comercial de uma scooter da Suzuki em 1982, me parece. A dica é do Rafael Miotto, o jornalista-motociclístico mais sensacionalista do país.
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Nelsinho Piquet foi o primeiro. Barrichello, empolgado, veio a seguir. E eu, o terceiro piloto mais importante deste país (ok, o quarto, não podemos esquecer do Massa) também resolvi aderir e fiz meu. Ainda não sei direito como funciona, mas estou descobrindo.
Esse é o tema da coluna de hoje no Yahoo! Esportes: como o Twitter, uma ferramenta aparentemente inofensiva, está sendo (bem) usada pelos pilotos para estreitar o relacionamento entre eles e seus fãs. E eu, mais simpático que Nelsinho e Barrichello, obviamente não poderia ficar de fora dessa. Anote aí: twitter.com/gersoncampos.
Ah, tem o da Danica também. E você, anda se inteirando da vida dos pilotos via Twitter? Acha bacana?
Correção: na hora de colar o link para o Twitter do Nelsinho, faltou o _ no final (não se faz mais teclas Control + V Control + C como antigamente). E o pior: o endereço errado levava para uma página fake de um Nelsão Piquet mal educado. Mas já está tudo corrigido. Como diria Nelsinho, “Sorry, guys”.
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Desci do avião e ouvi de longe alguma coisa sobre a morte de Michael Jackson. Olhei para o lado para ver a reação das pessoas. Nada. Todos impassíveis. Pensei que fosse alguma brincadeira de 1º de abril. Pulei a fila do controle de passaporte e fui ver na TV. Era isso mesmo. Michael bateu as botas cheias de brilhantes. Coitado.
Cheguei em casa e fui ver meus e-mails. Na caixa, mais uma boa dica do meu brother Cayto Grotkwosky com o título “Michael Jackson no GP de Moto”. E aí a gente vê que, além de todas as facetas de superstar, Michael ainda dava suas aceleradas na motovelocidade. E mantinha a ginga de sempre mesmo nas situações mais difíceis. Grande Michael.
Sentiremos sua falta nos palcos (não é piada, lamento muito a morte precoce do cara porque um dos primeiros discos que eu comprei foi dele) e também nas pistas. Bom, vejam o desempenho do nosso querido Jackson sobre duas rodas.
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Coluna do Yahoo Esportes! de hoje sem mais delongas porque o teclado não colabora. Mas e aí, você acha que Vettel (ou até Barrichello, vai) pode chegar em Button?
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Eis o motivo da viagem citada aí embaixo: o lançamento do novo Mercedes-Benz Classe E no Brasil. A matéria completa você encontra no Carro Online. Lá estão preços (começa em R$ 269 900, coisa pouca), motores (V6 de 272 cv e V8 de 388 cv) e tudo mais.
Mas no texto acabei não opinando sobre o polêmico design (a beleza de um carro é muito subjetiva e cabe mais numa discussão aqui que numa afirmação sem bases concretas no meio de uma reportagem). Só disse o que é fato: o carro é bem mais bonito ao vivo que na foto. Acontece com alguns modelos (humanos e automobilísticos).
É mais ou menos como aquele prima do seu amigo que você não achou tão bacana no orkut, mas, ao vivo, tem seu charme e vai conquistando aos poucos. No fim da festa, você acaba levando para casa feliz da vida. Com o Classe E foi mais ou menos assim.
Achei a frente bem legal, mas vi na traseira um ar meio “Azerístico”, ou seja, horroroso. Só que passou durante o evento. Me acostumei e saí de lá achando o novo Classe E um carro muito bonito. Mais que um A6 e menos que um Série 5.
E vocês, o que acham? Entre essas três barconas, qual é a mais legal?
P.S.: o blog vai ficar quase parado nos próximos dias. Viajo hoje e não terei muito tempo de postar, mas vou tentar voltar para falar da Fórmula 1 e das novidades da semana que vem no mundo automotivo (no Brasil teremos Pajero V6 Flex e o próprio novo Audi A6). Mas garanto que a parada vai valer a pena quando eu puder voltar e contar aqui para vocês o carro que vou conhecer. Se alguém quiser chutar qual é, fique à vontade. Abraços e até o próximo post!
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Cheguei de viagem na noite de quinta (por isso o abandono do blog, me desculpem os bilhões de fiéis leitores) com a notícia de que a Fórmula 1 rachou mesmo. De verdade. Com comunicado oficial e tudo mais. E agora? Cabe uma análise ou já é para imaginar como vai ser 2010? E o nome? E as equipes? E os patrocinadores? E as pistas, como ficam as pistas? Vão correr no Brasil em Jacarepaguá e na Itália em Mugello? Que saco. Não dava para aliviar aí e dividir o bolinho? Sem guerra de egos? Parece que não, a despeito do esfacelamento da maior e mais tradicional categoria do automobilismo mundial e de um dos maiores geradores (e trituradores) de dinheiro do mundo. E do lamentável desfecho que seria acompanhar duas categorias em 2010.
Li tudo o que foi escrito, vi o comunicado da FOTA de cabo a rabo e ainda não acredito que teremos Fórmula 1 e Fórmulla 1 (ou Fórmulaum?). É muita idiotice. Mas o jogo está pesado: Max trucou, a FOTA pediu seis, Max mandou um nove e a FOTA subiu na mesa, chutou o baralho e gritou doze. Quem tem o zap? Acho que a FOTA.
Já imaginou o nome F1 lá, bonitinho, com Williams, Force India, Campos (essa tem nome de vencedora), Manor, Epsilon Ipsis Literis ou sei lá o que e mais um bando de gatos pingados? E a “Liga FOTA” com um nome qualquer ridículo sem as pistas tradicionais, mas com os pilotos, os patrocinadores e os nomes Ferrari e McLaren. São cenários lamentáveis, mas, se for rolar mesmo, boto mais fé na FOTA Cup.
Todavia, contudo, porém, não acredito ainda que vá acontecer. “Mas os noticiários do mundo inteiro só falam disso, em tom de fim de papo!”, deve estar pensando você. Bom, os noticiários do mundo inteiro também excluíram a McLaren dos campeonatos de 2008 e 2009 e deram 30 anos de cadeia a Hélio Castroneves. Por isso, não confie em jornalistas. Às vezes eles fazem isso aí. E justificam alguém bater um martelo e dizer que não precisa mesmo de diploma para escrever tanta besteira.
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Não, você não leu errado. Na apresentação do Hyundai i30 (a avaliação do modelo feita pelo multimídia João Anacleto você confere clicando aqui), Carlos Alberto de Oliveira Andrade, importador da marca no Brasil, afirmou que o objetivo é vender entre 2 000 e 3 000 unidades por mês do hatch. CAOA não disse abertamente, mas é número para ser líder do segmento.
O João falou e escreveu que o carro é muito bom. Não duvido. Mas o preço, principal atrativo dos carros da Hyundai aqui, não agradou: ele parte de R$ 54 000 e chega a R$ 72 000. Ok, o lançamento chega bem equipado, mas não seduz com o selo de “bom negócio” estampado no para-brisa, fator que levou o Tucson a ser o fenômeno que é hoje.
É claro que com o tempo os preços cairão, mas tenho cá minhas dúvidas se o comprador de carros tradicionais como VW Golf, Fiat Stilo, Ford Focus e Peugeot 307 (temos ainda Citroën C4 e Nissan Tiida, menos conhecidos por serem mais novos, mas também no páreo) vai assinar um chequinho na concessionária do seu CAOA sem ter uma grande vantagem no bolso.
Como o Focus, o i30 peca por não ser flex, mas é uma bela novidade em meio a tantas velharias (desses aí, só o Ford e o C4 realmente tem coisas novas para mostrar), o que já lhe dá boa vantagem sobre os concorrentes. Mas para vender mais de 2 000? Será que dá? A enquete está bem apertada.
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O final de semana da MotoGP em Barcelona foi fantástico. Enquanto Valentino Rossi mostrou porque é oito vezes campeão mundial em cima do novato Jorge Lorenzo, que também não regula muito bem da ideia, nas 125 cc o espanhol Julián Simón perdeu a corrida de uma forma bizarra: esqueceu de dar a última volta. Só isso.
Como o próprio Lorenzo admitiu, “Rossi teve mais coragem”. Já vi muitos finais fantásticos e Valentino sempre esteve com a faca nos dentes em todos eles, mas confesso que, a esta altura da carreira, campeão de tudo e mais um pouco e já com seus 30 anos feitos, surpreende a boa forma e a vontade do “doutor”. Coisas que só a paixão de gênios como ele e Schumacher podem explicar. E falando em paixão, escute só a narração dos italianos. Sensacional.
Já no segundo vídeo, Simón motra porque vai entrar para a galeria das maiores trapalhadas da história do esporte a motor. Parece que a equipe não gostou.
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